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24 Horas de Boa Camaradagem

Boas, pessoal, como é que é, está tudo bem?

Saudades das minhas crónicas e artigos? Aposto que não….

Mas olha, o que têm de ser tem muita força, e um blogger não pode parar. Quero, desde já, pedir imensas desculpas por esta ausência de duas semanas. Foram dias agitados, em que, por mim, os mesmos deveriam ter tido 25 ou 26 horas. Era sinal que tinha dado tempo para evitar este hiato.

Queria muito falar-vos da minha experiência no evento que se realizou nos dias 07 e 88 deste mês. Mais uma vez, o Correr Lisboa esteve de parabéns, ao organizar as tão aguardadas 24 horas a correr. Não me levam a mal (e se acharem o artigo chato, avisem), mas como elemento desta comunidade de corredores, acho que este evento merecia um destaque humilde aqui no meu blog.

Este evento consistia em correr, em equipa, um percurso com cerca de 2 quilómetros e mais uns metros, entre as 17 horas de sábado, dia 07 e as 17 horas de domingo, dia 08.

Mas, informações técnicas à parte, quero destacar duas coisas: a camaradagem/ espírito de sacrifício e o convívio. Da primeira, passo a explicar: a minha equipa neste evento, constituída pelos mui nobres “soldados do asfalto” Carlos Florência (que abriu as “hostes”, mas o joelho não ajudou … amigo, as melhoras), Rui Vale, Fábio Correia, Paulo Gonçalves, Luís Azevedo, Hélder Santos, o Luís Santos e eu (óbvio) fomos uns grandessíssimos VALENTES. Isto porque tivemos de lidar com algumas desistências de última hora e algumas lesões, que afastaram alguns dos elementos da equipa. E aqui entra o espírito de sacrifício daqueles que participaram. Foi a dar “o litro e a pinguinha” que cada um de nós deu o melhor de si e deixamos o nosso suor naquela pista.

Da segunda, e não menos importante, ressalvo o já habitual convívio e boa disposição desta família runner. Desde um belo caldo verde às 2 da manhã, para aconchegar os nossos “abdominais”, passando pelo acampamento de luxo em pleno relvado da Alta de Lisboa, até à piscina de água fria, foram horas para nos juntar cada vez mais e para reforçar a união desta equipa maravilhosa. Da qual, eu tenho um imenso orgulho.

Obrigado a todos os elementos das outras equipas, sem excepção, mas permitam-me um agradecimento muito especial aos Soldados do Asfalto, equipa 6, já referidos num paragrafo anterior. Cada um de nós mostrou que temos força. Também agradecer ao Carlos Gomes, ao Tomé Pereira e ao Paulo Rodrigues que chegaram a pertencer a esta equipa. Mas que, por motivos profissionais ou físicos, não poderão dar o seu contributo. (Sim, o Luís Santos não correu, mas esteve lá e levou mantimentos, ahahahah) …. Contamos com vocês numa próxima.

Obrigado, mais uma vez, Sandra e Bruno Claro, por terem levado, com esforço e muita vontade, este evento para a frente. Para o ano, estou à espera de mais.

 

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